quinta-feira, 9 de março de 2023

LONGE DE CASA, MAIS PERTO DO LAR.


TERCEIRA TABULETA
EPISÓDIO IV






Na profunda escuridão, podiam ver o sexto 
planeta refletindo os raios do Sol.




Há água no Lahmu (Marte). - disse Ea. Pode fazer a nave descer nele? -perguntou ao Anzu. Habilmente, Anzu pilotou a espaçonave para o Lahmu (Marte); ao chegar ao deus celestial, fez a nave circunavegar o planeta. A força gravitacional do planeta não é grande, sua atração é fácil de lidar, disse Anzu. Lahmu merecia ser contemplado, tinha muitos tons; branco como a neve era seu gorro, branco como a neve eram suas sandálias. Avermelhado no meio; em sua metade lagos e rios reluziam! Habilmente, Anzu reduziu a velocidade  da espaçonave, fazendo com que ela descesse suavemente junto à margem de um lago. 

Ea e Anzu colocaram seus capacetes de Águia e pisaram o chão firme. Seguindo as ordens, os heróis estenderam o aspirador de água e os reservatórios da espaçonave se encheram com as águas do lago. Enquanto a nave se enchia de água, Ea e Anzu examinaram os arredores. Com o verificador e o amostrador, determinaram tudo o que importa: as águas eram boas para beber, não havia ar suficiente. Tudo foi registrado nos anais da nave, e se descreveu a necessidade do desvio. Com seu vigor reabastecido, a espaçonave decolou, despedindo-se do benevolente Lahmu. 



Mais à frente, o sétimo planeta girava em sua órbita; a Terra e seu companheiro estavam convidando a espaçonave! No assento do comandante, Anzu estava sem palavras; Ea também ficou em silêncio. Diante deles estava seu destino, seu ouro contendo a sorte de Nibiru, para salvação ou condenação. A espaçonave deve ser freada, ou perecerá na espessa atmosfera da Terra! - declarou Anzu para Ea. Faça círculos  para frear ao redor da companheira da Terra, a Lua! - Ea sugeriu-lhe. Circundaram a Lua; jazia prostrada e cheia de cicatrizes, depois da vitória de Nibiru na Batalha Celestial. Tendo a nave assim desacelerada, Anzu a direcionou ao sétimo planeta. Uma vez, duas vezes fez circunavegar a nave ao redor do globo terrestre, cada vez mais perto da terra firme tentando fazê-la aterrissar. 

Dois terços do planeta eram cor de neve, a parte do meio era de uma cor escura. Eles podiam ver os oceanos, podiam ver as terras firmes; estavam procurando pelo transmissor de sinal  de Alalu. Onde um oceano tocava terra seca, onde quatro rios eram tragados por pântanos, o sinal de Alalu estava sendo transmitido. A nave é muito pesada e grande para os pântanos! - declarou Anzu. A força gravitacional da Terra é poderosa demais para descer em terra seca! -  anunciou Anzu. 

Amerissa! Amerissa nas águas do oceano! - gritou Ea a Anzu. Anzu deu uma volta a mais ao redor do planeta; com muito cuidado, fez descer a nave à beira do oceano. Encheu o compartimento de ar da nave, amerissando nas águas  sem afundar nas profundezas. Uma voz foi ouvida no comunicador: Sejam bem-vindos à Terra! - Alalu estava dizendo. Pela transmissão de suas palavras, determinou-se a direção de seu paradeiro. Para o lugar dirigiu Anzu a nave, flutuando como um navio que se movia sobre as águas. Logo o amplo oceano se estreitou, terras secas apareceram como um guardião de ambos os lados. Do lado esquerdo, erguiam-se colinas de cor marrom; do lado direito, montanhas erguiam suas cabeças para o céu. Em direção a Alalu a nave foi se movendo, flutuando como um barco sobre as águas. À frente, a terra seca estava inundada, os pântanos substituindo o oceano. Ordens de Anzu foram proferidas aos heróis, ordenando que vestissem os trajes espaciais. Então, uma escotilha da nave foi aberta e os heróis desceram até os pântanos. Amarraram fortes cordas à nave e a foram puxando. As palavras transmitidas por Alalu estavam chegando com mais força. Rápido! Rápido! - ele estava dizendo.




Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 

quarta-feira, 8 de março de 2023

POR UM CAMINHO ENTRE PLANETAS


TERCEIRA TABULETA

                  EPISÓDIO III                                      




Agora este é o relato da viagem
ao sétimo planeta
E como começou a lenda do
deus Peixe que veio das águas.
                                    



 Com o coração apertado, Ea entrou na nave e deu ordem para decolar. O assento do comandante era ocupado por Anzu, não por Ea; Anzu, não Ea, era o comandante da nave; “Aquele Que Conhece os Céus” significava seu nome; para esta tarefa fora especialmente selecionado. Era um príncipe entre os príncipes, de linhagem real era sua ascendência. A nave celestial ele habilmente conduzia; a fez decolar poderosamente de Nibiru, direcionando-a na direção do Sol distante. Dez léguas, cem léguas a nave percorreu, mil léguas a nave viajou. 

O pequeno Gaga saiu para saudá-los dando as boas-vindas aos heróis, mostrando o caminho para a azulada Antu, formosa e encantadora. Anzu se sentiu atraído por sua aparição. Vamos examinar suas águas! - disse Anzu. Ea deu ordem de continuar sem deter-se. "É um planeta sem retorno", disse com veemência. Para o celestial An, o terceiro na contagem planetária, prosseguiu a espaçonave. A seu lado jazia An com sua hoste de luas girando ao redor dele. Os raios do Verificador estavam revelando a presença de água; indicando a Ea caso fosse necessária uma parada. Ea disse para continuarem a viagem, para o Anshar, o maior dos príncipes do céu, se estavam dirigindo. Logo puderam sentir a atração sedutora de Anshar, e admiraram com temor seus anéis de cores. Com destreza, Anzu pilotou a nave, evitando habilmente os esmagadores perigos. 


O gigante Kishar, o principal dos planetas sólidos, foi o próximo a ser  encontrado. Sua força gravitacional era avassaladora; com grande habilidade, Anzu desviou o curso da nave. Com fúria, Kishar estava lançando raios divinos na nave, dirigindo sua hoste ao intruso. Lentamente, Kishar se afastou, para que a nave encontrasse seu próximo  inimigo: para além do quinto planeta, o Cinturão de Asteroides estava à espreita! Ea comandou seu artefato a emitir um ruído baixo, suave e contínuo para preparar o Propulsor de Água. Em direção ao grupo de  rochas giratórias se precipitava a nave, cada uma, como a pedra de uma funda, dirigia-se ferozmente para a espaçonave. A palavra de Ea foi dada; com a força de mil heróis, a corrente de água foi lançada. Uma a uma, as rochas foram se voltando, abrindo um caminho para a espaçonave! 

Mas, enquanto uma rocha fugia, outra atacava em seu lugar; uma multidão além da conta era o número delas, uma hoste procurando vingança pela divisão de Tiamat! De novo e de novo, Ea deu ordens para que o Propulsor de Água mantivesse o ruído. De novo e de novo,  correntes de água foram direcionadas para a hoste de rochas. De novo e de novo, as rochas viraram suas caras, abrindo um caminho para a espaçonave. E, então, finalmente, o caminho estava livre; a nave podia continuar sem danos! Os heróis elevaram um grito de alegria; e dobrada foi a alegria diante da visão do Sol que agora se revelava. 

Em meio à euforia, Anzu soou o alarme: para formar o caminho, muita água fora consumida, não havia água suficiente para alimentar as pedras ígneas do carro pelo resto da viagem! Na profunda escuridão, podiam ver o sexto planeta refletindo os raios do Sol. 




Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 



terça-feira, 7 de março de 2023

PERIGOSA JORNADA NAS ESTRELAS


TERCEIRA TABULETA

EPISÓDIO II


.
Nos Tempos Prévios, a morada dos deuses estava em seu próprio
planeta; Nibiru é seu nome. Um grande planeta de brilho avermelhado 
ao redor do Sol, uma órbita alargada faz Nibiru. Durante um
tempo, Nibiru está envolto no frio; durante parte de seu percurso, o
Sol fortemente o esquenta.
Uma grossa atmosfera envolve a Nibiru, 
alimentada continuamente com
erupções vulcânicas.
Enki

                                                                            


Os príncipes, os conselheiros, os sábios, os comandantes escutaram as palavras de Ea com admiração; estavam cheias de sabedoria, pois encontravam solução para o conflito. Que assim seja! - anunciou Anu. Deixe Ea viajar, deixe que o ouro seja testado. Lutarei com o Alalu pela segunda vez, que o vencedor seja rei de Nibiru! Transmitiram a Alalu as palavras da decisão. Este ponderou sobre elas e concordou: Que Ea, meu filho por casamento, venha para a Terra! Que o ouro das águas seja obtido, que seja testado para a salvação de Nibiru; que aconteça uma segunda luta pela realeza entre Anu e eu! 

Que assim seja! Decretou Anu na assembléia. Enlil levantou-se em objeção; a palavra do rei era inalterável. Ea foi ao lugar das naves, com comandantes e sábios se consultou. Contemplou os perigos da missão, considerou como extrair e trazer o ouro. Estudou com atenção a transmissão de Alalu e pediu a ele mais provas dos resultados. Projetou uma Tabuleta dos Destinos para a missão. Se a água for a Força, onde poderia ser reabastecida? Onde, na nave, será armazenada? Como será convertida em Força? Toda uma órbita de Nibiru passou com reflexões, um Shar de Nibiru passou-se em preparativos. A maior nave celestial para a missão foi montada, calculou-se o destino de sua órbita, uma Tabuleta do Destino foi firmemente fixada; cinqüenta heróis foram convocados para a missão, para viajar à Terra e obter o ouro! Anu deu sua aprovação para a viagem; os astrônomos escolheram o momento adequado para começar a jornada. 

Uma multidão se reuniu No Lugar das Naves para se despedir dos heróis e de seu líder. Levando capacetes de Águia, levando cada um, um traje espacial, um a um, os heróis entraram na nave. O último a embarcar foi Ea; da multidão ele se despediu. Ajoelhou-se diante de seu pai, Anu, para receber a bênção do rei. "Meu filho, o Primogênito: uma longa jornada empreendeste, para te colocares em perigo por todos nós; que seu êxito desterre de Nibiru a calamidade; vá e volte em segurança!" Assim Anu pronunciou uma bênção para seu filho, despedindo-se dele. A mãe de Ea, a quem chamavam Ninul, apertou-o contra o coração. Por que, depois que me fostes dado por Anu como filho, ele te dotou com um coração inquieto? Vá e volte, percorre com segurança a estrada perigosa! disse-lhe ela. Com ternura, Ea beijou sua esposa, abraçando Damkina sem palavras. Enlil estreitou nos braços seu meio-irmão. Seja abençoado, tenha sucesso! - disse-lhe. Com o coração pesado, Ea entrou na nave, e deu ordem para levantar voo.



Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 

UM CAMINHO ABERTO COM ÁGUA

 

TERCEIRA TABULETA

EPISÓDIO I




   "O destino de Nibiru está em minhas mãos;
você deve atentar para as minhas condições!"
Alalu





O destino de Nibiru está em minhas mãos; você deve atentar para as minhas condições. Essas foram as palavras de Alalu, da escura Terra a Nibiru elas foram transmitidas pelo comunicador. Quando as palavras de Alalu foram transmitidas a Anu, o rei, este ficou maravilhado; maravilharam-se também os conselheiros, maravilhados ficaram os sábios. 


Mas, Alalu não está morto? - perguntavam uns aos outros. Podia ele estar vivendo em outro mundo? - diziam eles com incredulidade. Não se havia ocultado em Nibiru, fugido com a nave para um esconderijo? 

Os comandantes das naves foram convocados e  os sábios deliberaram, refletindo sobre as palavras transmitidas. As palavras não chegaram de Nibiru; vieram de mais além do Cinturão de Asteroides, esta foi sua conclusão, e isto foi reportado ao rei Anu. 

Anu ficou aturdido; ponderou sobre o acontecido. Que sejam enviadas palavras de reconhecimento a Alalu, disse à assembléia. A ordem foi dada no lugar das Naves Celestiais e a Alalu as palavras foram ditas: Anu, o rei, envia-te saudações; sente prazer em saber que te encontras bem. Não havia razão para que te fosses de Nibiru, no coração de Anu não há lugar para inimizade. Se realmente encontraste o ouro da salvação, que Nibiru seja salvo! 


As palavras de Anu chegaram à nave de Alalu; Alalu as respondeu com rapidez: Se seu salvador eu tiver que ser, a fim de suas vidas salvar, convoquem os príncipes para a Assembléia, declarem suprema minha ascendência! Que os comandantes me convertam em seu líder, que se inclinem diante das minhas ordens! Que o conselho me nomeie rei, para substituir a Anu no trono! Quando as palavras de Alalu  em Nibiru foram ouvidas, grande foi a consternação. Como Anu poderia ser deposto? - perguntavam os conselheiros uns aos outros. E se não fosse verdade o que Alalu estava dizendo? E se fosse uma artimanha? Onde fica o abrigo dele? Ele realmente encontrou ouro? Reuniram os sábios, pediram o conselho dos sábios e eruditos. 

Então, o mais velho deles falou: Eu fui professor de Alalu! Ele deu ouvidos aos ensinamentos da Gênese, estava aprendendo sobre a Batalha Celestial; estudou sobre o monstro aquático Tiamat e suas veias de ouro; se de fato ele tiver viajado para além do Cinturão de Asteroides, na Terra, o sétimo planeta, está seu refúgio! 

Na Assembléia, um príncipe tomou a palavra; era um filho de Anu, do ventre de Antu, a esposa de Anu era fruto. Enlil era seu nome, que significa  “Senhor do Comando”. Palavras de cautela ele estava pronunciando: Alalu não pode falar de condições! As calamidades foram sua obra, e perdeu o trono em um único combate. Se o ouro de Tiamat ele realmente encontrou, é necessário provas; haverá suficiente ouro para proteger nossa atmosfera? Como o traremos até Nibiru pelo Cinturão de Asteroides? Assim falou Enlil, o filho de Anu; e outros muitas perguntas formularam também. Muitas provas eram extremamente necessárias, muitas respostas requeridas, todos concordavam. Transmitiram a Alalu as palavras da Assembléia, exigindo dele uma resposta. Alalu ponderou o mérito das palavras, concordando em transmitir seus segredos; de sua jornada e seus perigos fez em verdade relato. Do Verificador removeu as entranhas de cristal, do Tomador de Amostras tirou seu coração de cristal; Inseriu os cristais no Comunicador, para transmitir a todos as descobertas. Agora que as provas foram entregues, declarem-me rei,  curve-se ao meu comando! Exigiu severamente. Os sábios ficaram horrorizados; com Armas de Terror, Alalu causara mais estragos em Nibiru, com Armas de Terror um atalho tinha aberto através do Cinturão de Asteroides! 

Uma vez que Nibiru passe em sua órbita por aquela região, Alalu está procurando por mais calamidades!No conselho havia muita consternação; alterar a realeza era, certamente, um assunto grave. Anu não só era rei por ascendência, tinha alcançado o trono em luta justa! Na Assembléia dos príncipes, um filho de Anu se levantou para falar. Era sábio em todas as matérias, estava entre os sábios mais renomados. Dos segredos das águas era um mestre; era chamado E.A, “Ele Cujo Lar É Água”. De Anu era o Primogênito; era casado com Damkina,  filha de Alalu. Meu pai por nascimento é Anu, o rei, disse Ea; Alalu é meu pai por matrimônio. Trazer os dois clãs em uníssono era a intenção de meu casamento. Deixem ser aquele que irá trazer unidade a este conflito! Deixe-me ser o emissário de Anu ante Alalu, deixe-me ser aquele que dê suporte aos descobrimentos de Alalu! Deixe que eu viaje à Terra em uma nave, abrirei um caminho através do Cinturão com água, não com fogo. Na Terra, deixe que eu obtenha das águas o precioso ouro; a Nibiru ele será enviado de volta. Que Alalu seja rei na Terra esperando um veredicto dos sábios: se Nibiru se salvar, que haja uma segunda luta; que esta determine quem governará Nibiru! Os príncipes, os conselheiros, os sábios, os comandantes escutaram as palavras de Ea com admiração; estavam cheias de sabedoria, pois encontravam solução ao conflito.









Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 



segunda-feira, 6 de março de 2023

UM PLANETA ALIENÍGENA CHAMADO TERRA.

 








SEGUNDA TABULETA
EPISÓDIO II





                                                              Desta forma Alalu, no trono permaneceu.
                                                                                                 Convocou sábios, especialistas e a                                                                                      comandantes consultou;
para tomar uma decisão 
ganhou muito conhecimento.
                                                                                         "Que naves celestiais sejam construídas
                                                                                       para buscar ouro no Cinturão de
 Asteroides,ele decidiu.
                                                                                         Pelo Cinturão de Asteroides as naves 
foram esmagadas;nenhuma delas voltou.








E ao planeta do ouro chegou Alalu, de maneira vitoriosa, com o estrondo de seu carro. Com um feixe de luz, examinou o local, para descobrir onde se encontrava; enquanto sua nave descia em terra firme, aterrissando à margem de amplas terras pantanosas. Colocou o capacete de Águia, colocou um traje espacial e abriu a escotilha da nave; diante da escotilha aberta se deteve com assombro. Escuro era o solo, branco-azulados eram os céus; não havia sons, ninguém para lhe dar as boas-vindas. Estava sozinho em um planeta alienígena, possivelmente exilado de Nibiru para sempre! Até o chão ele se abaixou, no solo escuro ele pisou; havia colinas na distância; perto havia muita vegetação. Diante dele havia pântanos. No pântano ele entrou; a frieza das águas fez com que ele estremecesse.

Voltou para a terra seca; estava sozinho em um planeta alienígena! Assolado por pensamentos, lembrou-se com saudade de sua esposa e filhos; estaria exilado de Nibiru para sempre? Perguntava-se isto repetidamente. 

Não demorou em voltar para a nave com comida e bebida para manter-se. Depois, foi vencido por um profundo sono, uma poderosa vontade de dormir. Quanto tempo esteve dormindo, não podia lembrar-se; tampouco podia dizer o que o tinha despertado. Havia uma claridade lá fora, um brilho nunca visto em Nibiru. Desde a nave estendeu uma haste equipada com um verificador. O verificador analisou o ar do planeta indicando sua compatibilidade! Abriu a escotilha da nave, com a escotilha aberta respirou fundo. Outra vez respirou, e outra e mais outra; certamente o ar de Ki (Terra) era compatível! 

Alalu bateu palmas, cantando uma alegre canção. Sem o capacete de Águia e sem o traje espacial, desceu até o chão. A claridade do lado de fora era ofuscante; os raios do Sol eram avassaladores! Voltou para a nave, colocou uma máscara  nos olhos. Pegou a arma carregada, pegou o amostrador portátil. Baixou à terra, pisando o solo escuro. Encaminhou-se para os pântanos cujas águas eram verde-escuras. 

Na margem do pântano havia seixos; Alalu tomou um seixo, jogando-o no pântano. Seus olhos vislumbraram um movimento na água: as águas estavam cheias de peixes! Ele inseriu o amostrador portátil, no pântano, para analisar as turvas águas; a água não era adequada para beber, descobriu muito decepcionado. 

Afastou-se dos pântanos e foi em direção às colinas. Abriu caminho por entre a vegetação; os arbustos deram lugar às árvores. O lugar parecia um pomar, as árvores estavam carregadas de frutas. Seduzido por seu doce aroma, Alalu tomou uma fruta, colocando-a na boca. Se doce era o aroma, mais doce era o sabor, o que o fez deleitar-se grandemente. 

Alalu caminhou, evitando os raios do Sol, enquanto dirigia-se na direção das colinas. Por entre as árvores, sentiu umidade sob os pés, um sinal de proximidade da água. Dirigiu-se em direção à umidade e descobriu que na metade do bosque havia um lago, uma piscina de águas silenciosas. Inseriu o amostrador no lago, a água era boa para beber! Alalu riu; uma risada incessante tomou conta dele. 

Nenhum som. ninguém para lhe dar as boas-vindas.O ar era bom, a água era boa para beber; havia frutas, havia peixes! Entusiasmado, Alalu se agachou, juntou as mãos em concha e levou água à boca. A água era fresca e tinha um gosto diferente da água de Nibiru. Bebeu uma vez mais e logo, assustado, deu um salto: um som sibilante ele pôde ouvir enquanto pôde perceber um corpo escorregadio que deslizava pela borda da piscina! 

Alalu agarrou a arma que portava, dirigindo uma rajada de raio em direção ao sibilo. O movimento parou, o assobio terminou. Alalu deu um passo à frente para examinar o perigo. O corpo escorregadio estava imóvel; a criatura estava morta. Que visão estranha: seu corpo comprido era como uma corda, sem mãos nem pés era o corpo; havia olhos ferozes em sua pequena cabeça, fora da boca saía uma longa língua.

Algo nunca antes visto em Nibiru, uma criatura de outro mundo! Seria o guardião do pomar? Alalu ponderou sozinho. Seria o senhor da água? Perguntou a si mesmo. Coletou um pouco de água em seu cantil. Sempre alerta, voltou para a nave. Também colheu frutas doces enquanto andava até a nave. O brilho dos raios do Sol diminuíra muito; estava escuro quando alcançou o veículo. 

Alalu refletiu sobre a brevidade do dia, surpreendeu-lhe o fato de ser tão curto. Da direção dos pântanos, uma fria luminosidade se erguia desde o horizonte. Não demorou para elevar-se nos céus uma esfera esbranquiçada: Kingu, o companheiro da Terra, ele agora estava contemplando. 

Agora, seus olhos podiam ver a verdade que se encontrava nos relatos da Gênese: os planetas e suas órbitas, o Cinturão de Asteroides, Ki, a Terra, Kingu, sua lua, todos foram criados, todos por seus nomes chamados! Em seu coração, Alalu conhecia mais uma verdade necessária: era necessário encontrar o ouro, o significado da salvação. Se havia verdade nos relatos da Gênese, se pelas águas as veias douradas de Tiamat haviam sido lavadas, nas águas de Ki, sua metade cortada, o ouro deve ser encontrado! 

Com mãos inseguras, Alalu desmontou o verificador da haste da nave. Com mãos trèmulas, vestiu o traje espacial, esperando ansiosamente a rápida chegada da luz do dia. Ao amanhecer, saiu da nave, encaminhando-se rapidamente para os pântanos. Perambulou em águas mais profundas, inseriu o verificador nas águas. Sua face iluminada observava ansiosamente enquanto o coração batia forte em seu peito. 

O verificador estava indicando o conteúdo da água, revelando suas descobertas por símbolos e números. Então, o batimento cardíaco de Alalu parou: Há ouro nas águas, estava dizendo o verificador! Com pernas inseguras Alalu deu um passo à frente, entrando mais fundo no pântano. Uma vez mais, inseriu o verificador nas águas; uma vez mais, o verificador anunciou ouro! Um grito, um grito de triunfo, escapou da garganta de Alalu: o destino de Nibiru estava agora em suas mãos! 

De volta à nave, tirou o traje de mergulho e ocupou o assento do comandante. Acionou as Tabuletas dos Destinos que conhecem todas as órbitas, para encontrar a direção da órbita de Nibiru. Acionou o Comunicador, para enviar palavras a Nibiru. Então, para Nibiru pronunciou as palavras, dizendo assim: As palavras do grande Alalu para Anu. em Nibiru, se dirigem. Em outro mundo estou, encontrei o ouro da salvação; o destino de Nibiru está em minhas mãos; você deve atentar às minhas condições!






Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 



quinta-feira, 2 de março de 2023

O SÉTIMO PLANETA






SEGUNDA TABULETA
EPISÓDIO I



  

 "E foi sorte ou foi destino? O futuro julgará, 
pois ao final dos dias um Dia do Julgamento haverá.
 Nesse dia, a Terra tremerá e os rios trocarão seu curso, 
e haverá escuridão ao meio-dia e um fogo nos céus de noite, 
será o dia da volta do deus celestial."

                                                                                                Endubsar


Para além do quinto planeta, um maior perigo estava à espreita, ele  o sabia. À frente, imperava o Cinturão de Asteroides, esperando para destruí-lo! De rochas e pedras fora cinzelado, como órfãos sem mãe se agrupavam. Surgindo pela frente e por trás, um destino antigo eles seguiam;suas ações eram repugnantes; preocupantes eram seus caminhos. As naves de sondagem de Nibiru, como leões predadores eles haviam devorado; o precioso ouro, necessário à sobrevivência, eles se haviam recusado a entregar.
A nave de Alalu movia-se impetuosamente na direção do Cinturão de Asteroides, buscando enfrentar com ousadia as pedras ferozes em combate direto.
Alalu acionou com mais força os propulsores da nave, com mãos firmes ele dirigiu o leme. As sinistras rochas investiam contra a nave, como um inimigo atacando na batalha. Da nave,  um míssel mortal foi disparado por Alalu na direção deles; e depois, outro e outro, lançando contra o inimigo, as armas atômicas. Como guerreiros assustados, as rochas retornaram, abrindo um atalho para Alalu. 

Como por feitiço, o Cinturão de Asteroides abriu uma porta para o rei. Na escura profundidade, Alalu claramente pôde ver os céus; não fora derrotado pela ferocidade do Cinturão, sua missão não terminara.

Ao longe, a bola de fogo do Sol lançava seu brilho; estendia seus raios de boas-vindas na direção de Alalu. Diante do Sol, um planeta marrom- avermelhado girava em sua órbita; era o sexto na contagem de deuses celestiais. 


Alalu pôde, apenas, vislumbrá-lo : em seu curso destinado percorrido, afastava-se rapidamente do caminho de Alalu. Então, apareceu a Terra cor de neve, o sétimo na contagem celestial. 


Alalu pôs rumo ao planeta, para um destino mais tentador. Seu globo atraente era menor que o de Nibiru, sua rede de atração era mais fraca que a de Nibiru. Sua atmosfera era mais rarefeita que a de Nibiru, redemoinhos de nuvens se formavam dentro dela. 

Abaixo, a Terra estava dividida em três regiões: branco de neve no topo e na base, azul e marrom entre elas. Habilmente, Alalu estendeu as asas de parada da nave para desacelerar e circundar o globo terrestre. Na região intermediária ele pôde discernir terra firme e oceanos aquosos. Dirigiu para baixo o feixe penetrante a fim de detectar as entranhas da Terra. Eu consegui!, em êxtase ele gritou : ouro, muito ouro, havia indicado o raio; sob a região de cor escura, nas águas também havia ouro! Com o coração batendo forte no peito, Alalu tentava tomar uma decisão: faria descer sua nave sobre a terra seca, possivelmente para colidir e morrer? Deveria ele direcionar seu curso para as águas, para talvez afundar no esquecimento? 

De que maneira ele sobreviveria? Descobriria o valioso ouro? No assento da Águia, Alalu não se mexia; nas mãos do destino ele confiou a nave. Completamente apanhada na rede de atração da Terra, a nave estava se  movendo cada vez mais rápido. Suas asas abertas se tornaram incandescentes; a atmosfera da Terra era como um forno. Logo, a nave balançou, emitindo um estrondo mortífero. Abruptamente, a nave colidiu, repentinamente parando de uma vez. Insensível com o tremor, atordoado com o estrondo, Alalu ficou imóvel. Então, ele abriu os olhos e soube que estava entre os vivos; ao planeta do ouro havia chegado vitorioso.



Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

O SENHOR DA TERRA





 

PRIMEIRA TABULETA
EPISÓDIO I 



 

                                          "E haverá um Livro de Testemunhos do passado,

                                                                                    e um  Livro  de  previsões do futuro,

                                                                                    pois  o  futuro   no passado se  acha, 

                                                                                    e o primeiro também será o último."

                                                                                                                                     ENKI



Palavras do senhor Enki, primogênito de Anu, que reina em Nibiru. 


Pesando no espírito, profiro os lamentos; lamentos amargos que enchem meu coração. Quão desolada está a terra, as pessoas entregues ao Vento Maligno, seus estábulos abandonados, seus redis vazios. Quão desoladas estão as cidades, as pessoas amontoadas como cadáveres hirtos, afligidas pelo Vento Maligno. Quão desolados estão os campos, murcha a vegetação, alcançada pelo Vento Maligno. Quão desolados estão os rios, já nada vive neles, águas puras e cintilantes convertidas em veneno. Das pessoas de negra cabeça, Sumer está vazia, foi-se toda vida; de suas vacas e suas ovelhas, Sumer está vazia, calado ficou o murmúrio do leite batido. Em suas gloriosas cidades, só ulula o vento; a morte é o único aroma. Os templos, cujas cúspides alcançavam o céu, por seus deuses foram abandonados. Não há domínio de senhorio nem de realeza; cetro e tiara desapareceram. Nas ribeiras dos dois grandes rios, em outro tempo exuberantes e cheios de vida, só crescem as más ervas. Ninguém percorre seus meio-fios, ninguém busca os caminhos; a florescente Sumer é como um deserto abandonado. Quão desolada está a terra, lar de deuses e homens! Nessa terra caiu a calamidade, uma calamidade desconhecida para o homem. Uma calamidade que a Humanidade nunca antes tinha visto, uma calamidade que não se pode deter. Em todas as terras, do oeste até o este, pousou-se uma mão de quebra e de terror. Os deuses, em suas cidades, estavam tão indefesos como os homens! Um Vento Maligno, uma tormenta nascida em uma distante planície, uma Grande Calamidade forjada em seu atalho. Um vento portador de morte nascido no oeste se encaminhou para o este, estabelecido seu curso pela sorte. Uma devoradora tormenta como o dilúvio, de vento e não de água destruidora, de ar envenenado, não de ondas, entristecedora. Pela sorte, que não pelo destino, engendrou-se; os grandes deuses, em seu conselho, a Grande Calamidade provocaram. Enlil e Ninharsag o permitiram; só eu estive suplicando para que se contivessem. Dia e noite, por aceitar o que os céus decretam, argumentei, mas em vão! Ninurta, o filho guerreiro de Enlil, e Nergal, meu próprio filho, liberaram as venenosas armas na grande planície. Não sabíamos que um Vento Maligno seguiria ao resplendor!, choram eles agora em sua angústia. Quem podia predizer que a tormenta portadora de morte, nascida no oeste, tomaria seu curso para o este?, lamentam-se os deuses agora. Em suas cidades sagradas, permaneceram os deuses, sem acreditar que o Vento Maligno tomaria sua rota para o Sumer. Um após o outro, os deuses fugiram de suas cidades, seus templos abandonaram ao vento. Em minha cidade, Eridú, não pude fazer nada por deter a nuvem venenosa. Fujam a campo aberto!, dava instruções às pessoas; com Ninki, minha esposa, a cidade abandonei. Em sua cidade, Nippur, lugar do Enlace Céu-Terra, Enlil não pôde fazer nada para detê-lo. O Vento Maligno se equilibrou sobre o Nippur. Em sua nave celestial, Enlil e sua esposa partiram apressadamente. No Ur, a cidade da realeza do Sumer, Nannar a seu pai Enlil implorou ajuda; no lugar do templo que ao céu em sete degraus se eleva, Nannar se negou a considerar a mão da sorte. Meu pai, você que me engendrou, grande deus que a Ur concedeu a realeza, não deixe entrar o Vento Maligno!, apelou Nannar. Grande deus que decreta as sortes, deixa que Ur e seus habitantes se livrem, seus louvores prosseguirão!, apelou Nannar. Enlil respondeu a seu filho Nannar: Nobre filho, à sua admirável cidade concedi a realeza, mas não lhe concedi reinado eterno. Toma a sua esposa Ningal e foge da cidade! Nem sequer eu, que decreto as sortes, posso impedir seu destino! Assim falou Enlil, meu irmão; ai, ai, que não era destino! O dilúvio não tinha causado uma calamidade maior sobre deuses e terrestres; ai, que não era destino! O Grande Dilúvio estava destinado a acontecer; mas não a Grande Calamidade da tormenta portadora de morte. Por romper uma promessa, por uma decisão do conselho foi provocada; pelas Armas de Terror foi criada. Por uma decisão, que não pelo destino, liberaram-se as armas venenosas; por deliberação se jogaram as sortes. Contra Marduk, meu primogênito, dirigiram a destruição os dois filhos; havia vingança em seus corações. Não tem que tomar Marduk o poder!, gritou o primogênito de Enlil. Com as armas oporei a ele, disse Ninurta. De entre o povo levantou um exército, para declarar a Babilônia umbigo da Terra!, assim gritou Nergal, irmão de Marduk. No conselho dos grandes deuses, palavras malévolas se difundiram. Dia e noite levantei minha voz opositora; a paz aconselhei, deplorando as pressas. Pela segunda vez, o povo tinha elevado sua imagem celeste; por que opor-se a que continue?, perguntei implorando. Comprovaram-se todos os instrumentos? Não tinha chegado a era de Marduk nos céus?, inquiri uma vez mais. Ningishzidda, meu filho, outros signos do céu citou. Seu coração, eu sabia, não podia perdoar a injustiça de Marduk contra ele. Nannar, de Enlil na Terra nascido, também foi implacável. Marduk, de meu templo na cidade do norte, sua própria morada tem feito! Assim disse. Ishkur, o filho mais jovem de Enlil, exigiu um castigo; em minhas terras, fez prostituir-se ao povo ante ele!, disse. Utu, filho de Nannar, contra o filho de Marduk, Nabu, dirigiu sua ira: Tentou tomar o Lugar dos Carros Celestiais! Inanna, gêmea de Utu, estava fora de si; seguia exigindo o castigo de Marduk pelo assassinato de seu amado Dumuzi. Ninharsag, mãe de deuses e homens, desviou a olhar. Por que não está Marduk aqui? Disse simplesmente. Gibil, meu próprio filho, replicou pessimista: Marduk tem desprezado a todos os rogos; pelos sinais do céu reclama sua supremacia! Só pelas armas será detido Marduk!, gritou Ninurta, primogênito de Enlil. Utu estava preocupado pela segurança do Lugar dos Carros Celestiais; não deve cair em mãos de Marduk! Assim disse. Nergal, senhor dos Domínios Inferiores, exigia ferozmente: Que se utilizem as antigas Armas de Terror para arrasar! A meu próprio filho olhei sem poder acreditar nisso: Para irmão contra irmão as armas de terror se abjuraram! Em lugar do comum acordo, houve silêncio. No silêncio, Enlil abriu a boca: Deve haver um castigo; como pássaros sem asas ficarão os malfeitores. Marduk e Nabu, de nosso patrimônio nos estão privando; há que lhes privar do Lugar dos Carros Celestiais! Que se calcine o lugar até o esquecimento!, gritou Ninurta: me deixem ser O Que Calcina! Excitado, Nergal ficou em pé e gritou: Que as cidades dos malfeitores também sejam destruídas, me deixem arrasar as cidades pecadoras, deixem que a partir de hoje meu nome seja o Aniquilador! Os terrestres, por nós criados, não devem ser danificados; os justos com os pecadores não devem perecer, exclamou energicamente. Ninharsag, a companheira que me ajudou a criá-los, estava de acordo: A questão somente tem que se resolver entre os deuses, o povo não deve ser prejudicado. Anu, da morada celestial, estava prestando atenção às discussões. Anu, que determina as sortes, sua voz fez escutar desde sua morada celestial: Que as Armas de Terror sejam por esta vez usadas, que o lugar das naves propulsadas seja arrasado, que ao povo lhe perdoe. Que Ninurta seja o Calcinador, que Nergal seja o Aniquilador! E assim Enlil a decisão anunciou. À eles um segredo dos deuses revelarei; o lugar oculto das armas de terror lhes desvelarei. Os dois filhos, um meu, um dele, em sua câmara interior Enlil convocou.


Penso que a primeira tabuleta do Livro de Enki se explica por si mesma, tem as cores desérticas da estagnação, do abandono. Os deuses têm seus próprios problemas, somos todos personagens de histórias inevitáveis. Estamos prontos para reviver o passado. Preparados para borrar todos os tons de azul, de verde, em fragmentos de terra, esmaecendo nuanças entre nossos dedos até vertê-los sobre o chão em tons de areias eternas.


Inspirado no Livro Perdido de Enki: Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre de Zecharia Sitchin. Este blog é um estudo pessoal que com amor e gratidão eu ofereço a quem possa interessar. Recomendo a leitura desse livro e muita meditação a respeito. Corra. Voe. Não temos muito tempo agora...




Este blog é um estudo do livro de Zecharia Sitchin, O Livro Perdido de Enki - Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre, o qual recomendo para quem quiser se aprofundar em conhecimento. Tentei trazer o mais próximo possível de nosso tempo atual, procurando adaptar as palavras para nosso vocabulário o melhor que pude.